3 de junho de 2025

Construção sustentável é tendência ou necessidade?

Mais do que um conceito moderno, a construção sustentável se tornou uma exigência prática diante dos impactos gerados pelo setor da construção civil. 

Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), o setor da construção responde por cerca de 39% das emissões globais de CO₂ relacionadas ao consumo de energia, sendo 11% provenientes da fabricação de materiais como cimento e aço, componentes estruturais essenciais nas construções convencionais

Esse dado evidencia uma urgência: repensar modelos construtivos, desde o projeto até a operação do edifício. E essa transformação já está em curso. 

O Brasil, por exemplo, avançou significativamente no cenário internacional e, em 2024, alcançou o 9º lugar no ranking global de construções sustentáveis do sistema LEED**, com 125 projetos certificados e mais de 22 milhões de metros quadrados de área verde construída.

Esse movimento reflete não apenas uma resposta às demandas ambientais, mas também à pressão de consumidores mais conscientes, à atualização de regulamentações urbanas e aos benefícios econômicos das construções mais eficientes. Em um mercado que exige inovação e responsabilidade, a sustentabilidade deixou de ser opcional. E tornou-se o novo critério de excelência.

**O LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um sistema de certificação de edifícios sustentáveis, o mais utilizado mundialmente.

Eficiência construtiva e valor agregado: por que investir em sustentabilidade é uma decisão estratégica

Adotar sistemas construtivos sustentáveis não é apenas uma resposta às exigências ambientais. É uma escolha inteligente do ponto de vista técnico, financeiro e mercadológico.

Edificações sustentáveis são projetadas para oferecer desempenho superior ao longo de todo o seu ciclo de vida, desde a execução mais limpa até a operação com custos reduzidos.

Entre os diferenciais, está o menor consumo de recursos naturais

  • Soluções como o reaproveitamento de água da chuva, o uso de ventilação cruzada e materiais com isolamento térmico eficiente reduzem significativamente a necessidade de climatização artificial, impactando diretamente no valor das contas de energia. Essas estratégias também contribuem para um uso mais consciente dos recursos naturais.

Outro ponto relevante é a durabilidade dos materiais e a consequente redução de custos com manutenção. 

  • Sistemas construtivos bem planejados, que utilizam materiais resistentes à umidade, variações térmicas e agentes químicos, garantem estruturas mais duráveis e estáveis. Isso reduz a necessidade de manutenções frequentes e diminui os custos ao longo do tempo. Por isso, investir em materiais de qualidade e em um bom planejamento é uma escolha técnica e financeiramente vantajosa, resultando em economia no longo prazo.

Além disso, há ganhos expressivos no desempenho termoacústico e na salubridade dos ambientes.

  • Melhor desempenho termoacústico e salubridade significam ambientes com temperatura agradável, menos ruído e ar saudável, o que aumenta o conforto e a qualidade de vida dos ocupantes. Edifícios mais eficientes também se destacam no mercado imobiliário, tanto em valorização quanto em liquidez, tornando-se ativos mais competitivos e fáceis de vender ou alugar.

Incentivos e certificações verdes: como a sustentabilidade se traduz em vantagens 

No cenário atual, adotar critérios de sustentabilidade desde a fase de concepção permite o acesso a uma série de benefícios financeiros e regulatórios. Esses instrumentos são fundamentais para tornar o investimento ainda mais atrativo.

Entre os principais instrumentos disponíveis no Brasil, destaca-se:

✓ IPTU Verde: Programa implementado em diversas cidades do país. Concede descontos progressivos no imposto predial para imóveis que adotam soluções sustentáveis, como reuso de água, energia solar, telhados verdes e materiais de baixo impacto ambiental. A adesão é voluntária, mas os ganhos são concretos. Imóveis sustentáveis pagam menos impostos e são mais valorizados no mercado.

 Procel Edifica: Selo concedido pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, coordenado pelo INMETRO e pela Eletrobras. Certifica edificações com alta eficiência energética, avaliando desde a envoltória até os sistemas de iluminação, climatização e aquecimento de água. Empreendimentos com esse selo se destacam em editais, atraem mais investidores e demonstram comprometimento com o desempenho ambiental da obra.

 Linhas de crédito verdes: Disponíveis por meio de bancos públicos e privados, como a Caixa Econômica Federal, o BNDES e fintechs especializadas. Oferecem juros mais baixos, carência estendida e prazos de pagamento diferenciados para projetos que comprovadamente adotam soluções sustentáveis — como o sistema construtivo Isobloco®, que alia eficiência térmica, modularidade e baixo impacto ambiental.

Em outras palavras, a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial técnico. Hoje, é uma estratégia concreta de viabilização econômica para obras mais competitivas, acessíveis e alinhadas às exigências contemporâneas de mercado e legislação.


Isobloco® e os três pilares da sustentabilidade: inovação que transforma o canteiro de obras

É sempre importante frisar que sustentabilidade de verdade vai além do discurso. Ela exige soluções que integrem benefícios ambientais, sociais e econômicos de forma equilibrada e mensurável.

E é exatamente isso que a Isobloco® entrega com seu sistema construtivo completo.

  • No pilar ambiental, o destaque é o compromisso com a redução de emissões e o reaproveitamento de materiais. O sistema construtivo Isobloco® é fabricado com emissões zero de CO₂ e permite a reutilização de 100% dos resíduos gerados diretamente no canteiro de obras. Além disso, sua composição em concreto celular garante excelente desempenho termoacústico, reduzindo drasticamente a necessidade de climatização artificial e, consequentemente, o consumo energético da edificação ao longo dos anos.

  • No aspecto econômico, as vantagens são igualmente expressivas. O sistema modular da Isobloco® permite uma execução mais rápida e precisa, com menor desperdício de materiais e redução de até 20% nos custos com fundações, graças à leveza do sistema construtivo Isobloco®. A padronização do método construtivo também acelera o cronograma da obra, diminuindo gastos com mão de obra e aumentando a previsibilidade do investimento. Fatores decisivos para construtores, investidores e clientes finais.

  • Já no pilar social, a proposta da Isobloco® é inclusiva e democrática. O sistema foi projetado para ser aplicado com a mão de obra convencional da construção civil, por meio de um treinamento online. Essa abordagem, reduz barreiras técnicas, amplia oportunidades de trabalho e permite que mais profissionais acessem a construção industrializada com qualidade. Ao promover capacitação e gerar eficiência sem exigir especialização cara ou rarefeita, a Isobloco® fortalece comunidades e transforma realidades.

Essa abordagem integral não é apenas parte do discurso da marca. Ela foi reconhecida internacionalmente com o 3º lugar no Green and Digital Startup Award 2024, na categoria Economia Circular, reforçando o protagonismo da Isobloco® como uma construtech de impacto no Brasil e no mundo.

E nunca foi tão oportuno discutir essas práticas quanto agora. Em 5 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data que nos convida a refletir sobre o impacto das nossas escolhas no planeta. 

No setor da construção civil, essa reflexão precisa se transformar em ação concreta. Adotar sistemas construtivos sustentáveis como o da Isobloco® é uma forma real e eficaz de contribuir para um futuro mais equilibrado, consciente e responsável.


Mais do que tendência: sustentabilidade é necessidade

A pergunta que abre este artigo – “construção sustentável é tendência ou necessidade?” – encontra sua resposta não apenas nos dados do setor, mas também nas transformações visíveis do mercado, da legislação e, principalmente, da consciência coletiva.

A sustentabilidade deixou de ser um diferencial ou uma aposta de futuro. Ela é, hoje, uma exigência concreta de quem projeta, constrói e habita. E, diante de um setor que representa quase 40% das emissões globais de CO₂ relacionadas à energia, seguir construindo como sempre fizemos não é mais viável nem técnica, nem economicamente.

Nesse cenário, empresas que assumem o protagonismo sustentável, como a Isobloco®, ganham espaço não apenas por oferecerem soluções eficientes, mas também por transformarem o próprio modelo de gestão e execução do canteiro de obras.

O sistema construtivo Isobloco® traduz sustentabilidade em desempenho mensurável, economia real e impacto positivo para quem constrói, habita e para o meio ambiente.

Construir com responsabilidade não é só possível, é imprescindível. E quem entende isso agora, sai na frente.

Então, saia na frente com a Isobloco®. Entre em contato com nossos especialistas.